Eu não tomo refrigerante já faz anos...
Estou no meio de um alcoholicsabbatical...
Então o jeito é tomar refresco mesmo :o)
O que eu posso falar sobre QAs? Amor ou Ódio? Acho que está mais para nenhum nem outro...
E olha que eu tinha tudo para ficar traumatizada...
Há alguns anos atrás (mas nem tantos assim), quando eu ainda era uma estagiária dando meus primeiros passos no mundo da coordenação linguística, caí de paraquedas – não, nem isso... foi ataque camicase mesmo (also known as “Lilian vai a Londres”) - em um projeto que recebeu um BIG FAILED com umas das maiores e mais potentes planilhas de feedback de clientes que eu já recebi... dava para dar a volta ao mundo algumas vezes juntando todas aquelas entradas...
Exagero? Então tá... eu fiquei um pouco traumatizada na época, mas depois de anos de terapia posso ver um “entrar em contato” sem ter um ataque cardíaco. Só tenho umas pequenas convulsões...
O importante é que QAs em si não me assustam mais... a gente fica chateada quando o revisor vem que vem com tudo? Sim! A gente fica cansada e entediada de refutar um milhão de entradas que não fazem o menor sentido? Sim! A gente fica com vontade de xingar a mãe do juiz, do volante, do goleiro e a JABULANI? Sim!
Mas aí a gente respira, toma um refresquinho de maracujá e corre atrás do prejuízo para ganhar o jogo de virada. E se não der para fazer um gol aos 45 minutos do segundo tempo, respeita a vitória do adversário, mesmo que ele tenha cometido muita faltas e não saiba o significado de “fair play”.
Ah, mas o assunto não era bem esse, né? Bem, falo sobre a questão da imparcialidade depois -- ou não. Vai que os amigos A e B resolvem ler isto ou os concorrentes X e Y estão só espiando...
Saudações LocHousianas,
YouKnow Who (AKA Ingrid Barbosa)